
Há alguns anos, a cidade de Marcelino Vieira trabalha para concluir um projeto audacioso.Devota do padroeiro Santo Antônio, a cidade oestana acompanha a construção de uma das maiores estátuas do país.
O projeto original era de homenagear o santo com a maior do país.Mas a partir da demora na conclusão do projeto, somado a fatores como a construção de um artefato similar numa outra cidade brasileira e a um providencial ‘encolhimento’ da estátua vieirense, o projeto sofreu uma queda ainda maior no ranking.
Proporcional a redução no tamanho da estátua, que já teve sua inauguração adiada em quase meia dúzia de vezes, encontra-se a movimentação da festa em homenagem ao santo casamenteiro.
Quem encontra-se por Marcelino Vieira no período da tradicional festa em homenagem ao santo é só reclamação.
Até quando vão adiar a inauguração?
Vale esperar para vê.
Situada numa região com grandes festas populares gratuitas, Marcelino Vieira paga o preço da ultrapassada fórmula aplicada aos festejos em homenagem ao padroeiro local. Mesmo se colocando como sede para um grandioso projeto turistico regional, a cidade peca pela falta de iniciativa na busca de alternativas que mantenham a força da tradição.Com fortes festas gratuitas em Antônio Martins e Rafael Fernandes no mesmo periodo, Marcelino Vieira tende a se ‘espremer’ cada vez mais, e seguir o contraditório rumo da extinção.Lembro-me que conheci Marcelino Vieira em 2001 durante a realização do Katorzão, festa popular realizada no dia 14 de junho, uma espécie de despedida das homenagens ao santo padroeiro.Festa forte, e com multidão nas ruas da cidade oestana.O Katorzão se extinguiu, e a derrocada continua.Danado mesmo é se Santo Antônio resolver se vingar e o povo de Marcelino Vieira entrar em greve de casamento.Ai quero ver como será resolvido.Brincadeiras a parte. É preciso que a cidade reaja e busque alternativas. A tradição agradece.
O projeto original era de homenagear o santo com a maior do país.Mas a partir da demora na conclusão do projeto, somado a fatores como a construção de um artefato similar numa outra cidade brasileira e a um providencial ‘encolhimento’ da estátua vieirense, o projeto sofreu uma queda ainda maior no ranking.
Proporcional a redução no tamanho da estátua, que já teve sua inauguração adiada em quase meia dúzia de vezes, encontra-se a movimentação da festa em homenagem ao santo casamenteiro.
Quem encontra-se por Marcelino Vieira no período da tradicional festa em homenagem ao santo é só reclamação.
Até quando vão adiar a inauguração?
Vale esperar para vê.
Sucesso em Antônio Martins e Rafael Fernandes condena fórmula adotada em Marcelino Vieira
Situada numa região com grandes festas populares gratuitas, Marcelino Vieira paga o preço da ultrapassada fórmula aplicada aos festejos em homenagem ao padroeiro local. Mesmo se colocando como sede para um grandioso projeto turistico regional, a cidade peca pela falta de iniciativa na busca de alternativas que mantenham a força da tradição.Com fortes festas gratuitas em Antônio Martins e Rafael Fernandes no mesmo periodo, Marcelino Vieira tende a se ‘espremer’ cada vez mais, e seguir o contraditório rumo da extinção.Lembro-me que conheci Marcelino Vieira em 2001 durante a realização do Katorzão, festa popular realizada no dia 14 de junho, uma espécie de despedida das homenagens ao santo padroeiro.Festa forte, e com multidão nas ruas da cidade oestana.O Katorzão se extinguiu, e a derrocada continua.Danado mesmo é se Santo Antônio resolver se vingar e o povo de Marcelino Vieira entrar em greve de casamento.Ai quero ver como será resolvido.Brincadeiras a parte. É preciso que a cidade reaja e busque alternativas. A tradição agradece.
Fonte: giropeloestado

Nenhum comentário:
Postar um comentário